Em meu primeiro post sobre Música, vou falar sobre um dos grandes ícones dos anos oitenta presente até hoje na mídia e chamado de bizarro, excêntrico, andrógino e, obviamente, polêmico. Ele não chega aos pés de Michael Jackson ou Marilyn Manson, mas se encaixa muito bem ao terceiro lugar.
Muitas pessoas já achavam Pete Burns bizarro em sua época de sucesso com a banda "eighties" Dead or Alive. Minha tia, que já dançou ao som de "You Spin me Round (Like a Record)", ficou estupefata quando viu como o cantor está hoje em dia.
Passeando pelos canais da TV a cabo damos de cara com o Celebrity Big Brother 4, uma espécia de "Casa dos Artistas". Nele, muitos artistas com pouca fama (pois famosos não precisam de dinheiro) são convidados a ficar dentro de uma casa sofrendo com os acontecimentos normais da vida. No começo do programa, Pete disse: "I'm not a team player, I play for myself" (Não sou um jogador em um time, eu jogo por mim).
Várias cirurgias deram errado. Em uma entrevista, Pete diz que, em sua primeira cirurgia, quis se matar quando viu o estado de seus lábios. "Ficaram deformados, nem a pessoa mais feia do mundo tem um lábio assim". Os lábios de Pete só ficaram do jeito que ele queria depois da terceira cirurgia. Quando perguntado se ele queria ser igual a uma mulher, ele disse "Eu não quero me parecer com uma mulher, quero parecer do jeito que me agrada".
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Pete Burns: O Rei (ou não) do Bizarro
Postado por Igor Moretto às 8:52:00 PM
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